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Exportação de celulose deve aumentar!

Exportação de celulose deve aumentar, diz a Forest2Market do Brasil – Notícias Agrícolas

Segundo dados da Forest2Market do Brasil, a demanda global crescente por celulose fará com que a produção desse material no país aumente nos próximos anos.

Os índices de exportação de celulose devem crescer graças ao aumento de demanda dos mercados chinês, norte-americano e europeu e ao câmbio favorável, apontam os dados da Forest2Market do Brasil. A exportação de celulose se encontra em um momento próspero, com preços muito vantajosos para os produtores.

Devido ao bom aproveitamento desse momento pelas empresas do setor, o Brasil vem ganhando cada vez mais espaço como maior exportador de celulose do mundo, deixando para trás concorrentes como o Canadá, os Estados Unidos, o Chile e a Indonésia. Atualmente, nosso país é o segundo maior produtor de celulose do mundo, perdendo apenas para os EUA, e o principal exportador. A expectativa é que esse cenário continue até 2019, uma vez que o crescimento da demanda é linear mas a oferta não acompanha esse ritmo.

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Emirados Árabes manifestam interesse em investir em parcerias com o agronegócio brasileiro

Emirados Árabes manifestam interesse em investir em parcerias com o agronegócio brasileiro | Comex do Brasil

Os Emirados Árabes Unidos querem investir no setor agrícola privado do Brasil. Foi o que disse nesta segunda-feira (10) o vice -primeiro-ministro do país, Mansour Bin Zayed Al Nahyan, ao embaixador do Brasil em Abu Dhabi, Fernando Luís Lemos Igreja, durante sua passagem pelo estande brasileiro na feira de alimentos Sial Middle East, realizada na capital dos Emirados. Nahyan descerrou a placa de inauguração do espaço do Brasil na mostra, que tem 14 empresas expositoras. Na foto acima, encontro de Nahyan e Igreja.

A autoridade falou sobre o interesse dos Emirados na produção brasileira de alimentos dos quais seu país necessita e também em distribuí-los a outras regiões. Segundo Igreja, Nahyan enfatizou o interesse em parcerias com o setor privado. O Brasil e os Emirados negociam um acordo de facilitação de investimentos que poderá ser assinado em 2019 durante visita de uma autoridade do país árabe ao Brasil, algo que ainda será confirmado, segundo Igreja. Esse acordo deve incentivar os investimentos.

O embaixador acredita que o país árabe possa ter interesse no Brasil em setores como carnes, soja e frutas. Igreja vê muito potencial nessa relação comercial, e um dos fatores é a possibilidade de os Emirados serem um entreposto para levar os produtos brasileiros a outras partes do mundo, como Ásia e Costa Oriental da África.

Saiba mais em: www.comexdobrasil.com/emirados-arabes-manifestam-interesse-em-investir-em-parcerias-com-o-agronegocio-brasileiro/

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O que é o evento Averbação de Exportação e quais os seus benefícios?

O que é o evento Averbação de Exportação e quais os seus benefícios?

Saiba como acompanhar a exportação das suas mercadorias de forma simples e automática a partir de eventos vinculados às notas fiscais de remessa e exportação e com isto reduzir riscos garantir todos benefícios fiscais envolvidos.

Neste artigo vamos explicar que é o evento [790700 – Averbação de Exportação] vinculado às notas fiscais de remessa e exportação e também mostrar uma forma simples e automática para acompanhar o desembaraço dos bens e a confirmação de saída do país das mercadorias através do mesmo.

Mostraremos como acompanhar eletronicamente a confirmação da exportação e garantir que as exportações indiretas sejam realizadas sem depender de informações do exportadores e, com isto, manter os benefícios fiscais da Lei Kandir (LC º 87/96).

Informações sobre Averbação para Exportação

Através de informações vinculadas às notas fiscais eletrônicas pelo SISCOMEX, você poderá:

  • Garantir que a exportação foi realizada dentro de 180 dias;
  • Garantir que as notas emitidas enviadas ao exportador com propósito de exportação, que realmente foram destinadas para tal finalidade;
  • Evitar recolhimento do ICMS, sujeitando-se aos acréscimos legais e penalidades cabíveis nos casos em que não se efetivar as exportações;
  • Redução de riscos de autuação automática do FISCO. Hoje basta o fiscal cruzar dados e detectar a falta de documentos declarados à Receita para fazer autuações automáticas.

Também vamos apresentar um passo a passo para receber estes eventos da SEFAZ na sua caixa de e-mail após a confirmação do embarque, momento este que a exportação é valida para fins fiscais e de controle cambial.

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Brasil e EUA discutem avanços regulatórios que agilizam e cortam custos no comércio exterior

Brasil e EUA discutem avanços regulatórios que agilizam e cortam custos no comércio exterior | Comex do Brasil

A Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior realizou nesta quarta-feira (5), no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Servços (MDIC), em Brasília, uma reunião bilateral com representantes do governo dos Estados Unidos sobre boas práticas regulatórias.

A reunião de trabalho é resultado das atividades previstas no Memorando de Entendimento, assinado em agosto deste ano entre Camex, a subchefia de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil (SAG), do lado brasileiro; e pelo Departamento de Comércio (DoC) e pelo Office of Information and Regulatory Affairs(OIRA), do lado norte-americano.

Durante a reunião, que contou com a participação de representantes do governo de transição, foram celebrados os resultados alcançados na adoção de boas práticas regulatórias, tais como a publicação de três Resoluções Camex (64/201882/2018 e  89/2018), que reduziram o estoque regulatório do órgão em quase 35% e a publicação do Guia de Análise de Impacto Regulatório pela Casa Civil.

Saiba mais em: www.comexdobrasil.com/brasil-e-eua-discutem-avancos-regulatorios-que-agilizam-e-cortam-custos-no-comercio-exterior/

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Demanda chinesa eleva exportação brasileira de carne suína em 11%

Demanda chinesa eleva exportação brasileira de carne suína em 11%

O consumo do país asiático seguiu sólido em novembro, superando em mais de três vezes o fluxo de exportação para este mercado realizado no mesmo mês de 2017

Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostrou que as vendas de carne suína, considerando apenas produtos in natura, chegaram a 51 mil toneladas em novembro, 11,3% a mais que as 45,8 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

Apesar do bom resultado no mês, no total do ano, as exportações do setor chegaram a 501,2 mil toneladas desempenho 8,7% inferior em relação às 548,7 mil toneladas embarcadas entre janeiro e novembro de 2017. As vendas no período geraram receita de US$ 1,020 bilhão, saldo 25,1% inferior em relação ao resultado alcançado entre janeiro e novembro do ano passado, com US$ 1,363 bilhão.

Saiba mais em: canalrural.uol.com.br/noticias/pecuaria/suino/demanda-chinesa-eleva-exportacao-brasileira-de-carne-suina-em-11/

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