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porEquipe WebRural

Chile reconhece MS como área livre de aftosa e amplia mercado de exportação de carne

Chile reconhece MS como área livre de aftosa e amplia mercado de exportação de carne | Jornal Midiamax

Chile volta a comprar nossa carne bovina e amplia mercado de exportação
A decisão chilena foi publicada oficialmente no dia 19 de dezembro

O Estado de Mato Grosso do Sul ganha mais um País para ampliar seu leque de vendas de carne bovina produzida aqui. O Chile confirmou através de uma resolução que vai comprar a carne bovina produzida em qualquer região sul-mato-grossense, sem nenhum tipo de restrição.

Além do Mato Grosso do Sul, o estado do Tocantins também foi reconhecido pelo governo chileno.

O secretário da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Jaime Verruck, comenta que o Chile representa 17% das vendas externas de carne bovina e que o reconhecimento deve beneficiar as exportações. O Chile está entre os 10 principais destinos das exportações de Mato Grosso do Sul, ocupando o 6º lugar no acumulado de janeiro a novembro deste ano.

Saiba mais em: www.midiamax.com.br/cotidiano/economia/2018/chile-reconhece-ms-como-area-livre-de-aftosa-e-amplia-mercado-de-exportacao-de-carne/

porEquipe WebRural

Arábia Saudita vai importar do Brasil material genético bovino e avícola

Arábia Saudita vai importar do Brasil material genético bovino e avícola

Negociações sanitárias foram iniciadas no segundo semestre do ano passado, motivadas pelas ações de prospecção de mercados realizadas pelo Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu nesta segunda-feira (26) comunicado de que as autoridades sanitárias do Reino da Arábia Saudita aprovaram os modelos de Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) elaborados pelo Departamento de Saúde Animal de material genético bovino e avícola provenientes do Brasil. Com isso, estão autorizadas as exportações brasileiras de ovos férteis, pintos de um dia, embriões bovinos “in vivo”, embriões “in vitro” e sêmen bovino.

Foto: Vaca Hereford do Rio Grande do Sul exportada em 2017 para os Emirados Árabes Unidos (Abu Dabi ). Divulgação Cabanha São Fernando – RS

Saiba mais em: www.agricultura.gov.br/noticias/arabia-saudita-vai-importar-do-brasil-material-genetico-bovino-e-avicola

porEquipe WebRural

China deve impulsionar exportações de carne em 2019

China deve impulsionar exportações de carne em 2019

Maior importador de carne do mundo, a China deve aumentar seu apetite em 2019. De acordo com o analista de mercado Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro, o atual surto de peste suína africana deve reduzir drasticamente a produção de carne do gigante asiático, abrindo espaço para importação da carne oriunda de grandes players, principalmente do Brasil.

Saiba mais em: www.portaldbo.com.br/china-deve-impulsionar-exportacoes-de-carne-em-2019/

porEquipe WebRural

Ministério da Agricultura amplia para 20 número de adidos agrícolas brasileiros no exterior

Ministério da Agricultura amplia para 20 número de adidos agrícolas brasileiros no exterior | Comex do Brasil

Brasília – Mais seis novos adidos agrícolas foram designados para dialogar e defender interesses do Brasil no exterior. Na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (23), o presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, assinaram as nomeações. Os adidos agrícolas brasileiros são escolhidos por meio de processo seletivo …

Saiba mais em: www.comexdobrasil.com/109688-2/

porEquipe WebRural

Abre-se uma avenida para exportação a empresas brasileiras do agronegócio

Colocamos o nosso novo portal no ar no dia 10/11/2018 e fomos brindados com esse artigo no Jornal O Estado de São Paulo, no dia 11/11/2018, para abrilhantar o primeiro artigo postado no nosso novo site.

Sinal de sorte para a WebRural que tem como objetivo principal auxiliar no processo de internacionalização de empresas voltadas para produção de produtos e implementos para a chamada “agricultura e pecuária tropical”.

O autor, Dr. Sérgio Amaral, é embaixador do Brasil em Washington e foi ministro da indústria comércio do Brasil, e enfatiza: “Abre-se uma avenida promissora para o setor na sua rota de internacionalização”.

O artigo depois de tecer comentários sobre a agricultura brasileira e a expansão da nossa exportação de grãos, nos chama a atenção para o crescimento da demanda por alimentos do Sudeste Asiático e da África Subsaariana, que poderia ser atendida em boa parte pelo Brasil, e ainda poderíamos acrescentar países como Equador, Bolívia e Peru, e mais, destaca o embaixador, particularmente uma bandeira “cruzada” minha, que boa parcela desse alimento será suprida por aumento da produção própria nessas regiões.

Essa visão vem de encontro com o pensamento e filosofia da WebRural, que entende que, apesar do Brasil ser considerado o “futuro celeiro do mundo”, esse futuro será limitado pelos esforços dos governos locais em produzir seus próprios alimentos, principalmente proteína animal, e isso abre realmente uma avenida para empresas brasileiras voltadas para produção de produtos, insumos e implementos para agricultura tropical e, especialmente, para pecuária, avicultura e suinocultura.

Como disse, o artigo veio a coroar a estreia do novo site e transcrevo literalmente abaixo, o que o autor escreve, corroborando com os relatos que ouvi dos embaixadores do Quênia e da Nigéria e de autoridades governamentais da África do Sul e Namíbia nos últimos anos: a África quer investimentos e aprender a produzir!

… Mas exportar não basta. É preciso ter presente que o Brasil desenvolveu de modo autônomo, uma tecnologia e um “know-how” próprios para agricultura de zona tropical. Eles nos conferem vantagem comparativa para exportar, mas podem representar igualmente uma fonte adicional de rendimentos para o país, para as empresas de pesquisa e para os empresários do agronegócio.

Nós temos boas oportunidades para promover a transferência de tecnologia e a prestação de serviços, de modo remunerado, e para expandir investimento do exterior, que, por sua vez abririam novos mercados para exportação, tanto de alimentos quanto de equipamentos.

Temos, assim, pela frente um dilema entre sermos os espectadores passivos de uma revolução agrícola que vários países começam a promover ou participar dessa revolução, buscando retirar mais valor de uma tecnologia que desenvolvemos, mediante investimentos, parcerias e abertura de novos mercados, a começar por uma região a qual temos uma cooperação tradicional, que podemos ampliar mediante um intercâmbio mais sólido e duradouro. Cabe notar que a África Subsaariana registrou entre 2007 e 2017 uma taxa de crescimento (77%) substancialmente mais alta que a da América Latina (51%)

Por fim, o foco dos investimentos, assim como as parcerias empresariais e tecnológicas, abre uma avenida promissora para o agronegócio galgar um novo patamar em sua rota de internacionalização.
Essa caminhada poderá levar algum tempo e, sobretudo, demandar a redução dos custos para produzir e para transportar o que, de qualquer modo, seria necessário. Deverá exigir igualmente maior articulação entre vários atores, no governo e no setor privado, em torno de um objetivo comum, o de ampliar a exportação de bens serviços o maior valor.

A África, por sua vez, já percebeu os benefícios de uma nova visão do intercâmbio com o Brasil, não apenas inspirado na nostalgia do passado, mas também nas realidades do presente e nas oportunidades do futuro. Num seminário em São Paulo, o ministro da economia de um importante país africano, referindo-se às relações com o Brasil, deixou claro a sua expectativa: “África does not need compassion, it needs investments”.

Leia o artigo do Jornal o Estado de São Paulo completo em AQUI

Fernando Lopa
CEO
WEBRURAL Consultoria Agropecuária
www.webrural.com.br

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