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Chile reconhece MS como área livre de aftosa e amplia mercado de exportação de carne

Chile reconhece MS como área livre de aftosa e amplia mercado de exportação de carne | Jornal Midiamax

Chile volta a comprar nossa carne bovina e amplia mercado de exportação
A decisão chilena foi publicada oficialmente no dia 19 de dezembro

O Estado de Mato Grosso do Sul ganha mais um País para ampliar seu leque de vendas de carne bovina produzida aqui. O Chile confirmou através de uma resolução que vai comprar a carne bovina produzida em qualquer região sul-mato-grossense, sem nenhum tipo de restrição.

Além do Mato Grosso do Sul, o estado do Tocantins também foi reconhecido pelo governo chileno.

O secretário da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Jaime Verruck, comenta que o Chile representa 17% das vendas externas de carne bovina e que o reconhecimento deve beneficiar as exportações. O Chile está entre os 10 principais destinos das exportações de Mato Grosso do Sul, ocupando o 6º lugar no acumulado de janeiro a novembro deste ano.

Saiba mais em: www.midiamax.com.br/cotidiano/economia/2018/chile-reconhece-ms-como-area-livre-de-aftosa-e-amplia-mercado-de-exportacao-de-carne/

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Em 2019, Brasil quer se consolidar como referência no mercado de espumantes

Em 2019, Brasil quer se consolidar como referência no mercado de espumantes

Crescimento das exportações foi de 55% em 2017 e chegou a 42% neste ano, segundo instituto.

Faltam poucos dias para entrarmos em 2019 e quando o assunto é “réveillon”, impossível deixar de falar de um produto que está em quase todas as comemorações: o vinho espumante. O produto é o mais produzido pelo setor vitivinícola brasileiro e vem conquistando cada vez mais reconhecimento do mercado internacional.

A progressão das exportações do vinho brasileiro deve continuar constante em 2019. Nos últimos anos, o Brasil vem aumentando o volume exportado. Passou de 50,9 milhões de litros em 2006 à 125,9 milhões de litros em 2017.

O produto que vem alavancando as exportações do setor vitininícola brasileiro é o espumante. Segundo Diego Bertolini, gerente de promoção do IBRAVIN (Instituto Brasileiro do Vinho), o crescimento das exportações foi de 55% em 2017 e chegou a 42% neste ano.

“Nosso objetivo de médio prazo é ser reconhecido por ser o produtor de referência de espumantes na América do Sul. Até o Steven Spurrier, que é um crítico internacional que ficou conhecido na década de 1980 por mostrar que os Estados Unidos também sabem produzir bons vinhos, reconheceu a qualidade do produto brasileiro. Ele fez em São Paulo um teste às cegas com espumantes do hemisfério Sul. O produto escolhido como sendo o melhor foi um espumante brasileiro. Isso faz com que nós ganhemos notoriedade e nos consolidemos como referência em espumante, mas sem esquecer de produtos, como vinhos tintos e brancos, de altíssima qualidade. Esse é um processo orgânico de construção de marca e de maturidade do setor no Brasil”, afirmou Bertolini.

Espumante produzido com a uva Goethe, de SC. — Foto: Reprodução/NSC TV

Saiba mais em: g1.globo.com/economia/noticia/2018/12/26/em-2019-brasil-quer-se-consolidar-como-referencia-no-mercado-de-espumantes.ghtml

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China vai eliminar tarifas de importação e exportação sobre alimentos alternativos para animais

China vai eliminar tarifas de importação e exportação sobre alimentos alternativos para animais

PEQUIM (Reuters) – Em 2019, a China planeja retirar tarifas de importação e exportação sobre uma série de produtos, incluindo taxas de importação sobre alimentos alternativos para ração animal, numa tentativa de garantir o suprimento de matérias-primas em meio às tensões comerciais com os Estados Unidos e incentivar as exportações.

As tarifas de importação sobre os alimentos alternativos – que incluem farelos de sementes de canola, algodão, girassol e palmeira – serão retiradas a partir de 1 de janeiro de 2019, informou o Ministério das Finanças em um comunicado em seu site oficial, nesta segunda-feira.

A guerra comercial da China com os Estados Unidos tem agitado o mercado global de soja depois que os chineses praticamente interromperam a importação de soja dos EUA em seguida à imposição de uma tarifa adicional de 25 por cento, em julho.

Saiba mais em: m.extra.globo.com/noticias/economia/china-vai-eliminar-tarifas-de-importacao-exportacao-sobre-alimentos-alternativos-para-animais-23326423.html

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Setor de flores do Ceará aposta em produtos com maior valor agregado

Setor de flores do CE aposta em produtos com maior valor agregado

Área plantada foi reduzida devido à estiagem e os produtores optaram por espécies mais exóticas, cujo preço de mercado é superior às demais, visando a exportação e justificando o investimento no cultivo

Com a queda da produção de flores e rosas no Ceará, em decorrência da seca, o setor de plantas ornamentais aposta na produção de itens de maior valor agregado para compensar a redução da área plantada e fazer com que o Estado volte a ser um dos principais exportadores de plantas vivas e produtos de floricultura do País. Para isso, a consolidação de Fortaleza como um centro de conexões (hub) de voos internacionais será um dos fatores que darão vantagem competitiva aos produtores locais.

Exportações

Segundo Gondim, até maio deste ano, quando a Air France e KLM iniciaram suas operações em Fortaleza, uma mercadoria poderia levar por volta de 40 horas para chegar à Holanda. Hoje, o trajeto é feito em menos de 10 horas. “O frete aéreo para os Estados Unidos já existia com uma certa facilidade, mas, agora, diminuímos o tempo também para a Europa”, ressalta.

  • Em 2018, o principal comprador internacional de flores cearenses foi mercado norte-americano, com US$ 131,1 mil, seguido pela Holanda (US$ 26,2 mil) e Canadá (US$ 7,8 mil). Em 2014, a Holanda foi o principal comprador, com US$ 2,1 milhões, seguido pelos Estados Unidos (US$ 1,3 milhões), Canadá (US$ 253,1 mil) e Dinamarca (US$ 45,0 mil).

Saiba mais em: diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/negocios/setor-de-flores-do-ce-aposta-em-produtos-com-maior-valor-agregado-1.2041461

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Exportação de animais vivos cresce 80% e chega a 750 mil cabeças

Exportação de animais vivos cresce 80% e chega a 750 mil cabeças – Canal Rural

Volume é recorde e reflete a abertura de novos mercados; entidade do setor projeta embarcar 1 milhão de animais em 2019

As exportações brasileiras de animais vivos devem somar 750 mil cabeças em 2018. Confirmado esse desempenho, o faturamento será de US$ 700 milhões. Em número de animais, as vendas serão 80% maiores que as registradas em 2017. “O bom resultado reflete a abertura de novos mercados”, explica Ricardo Barbosa, presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Animais Vivos (Abreav).

Atualmente, a maior parte das exportações brasileiras segue para Turquia, Egito, Líbano, Jordânia e Iraque. Desde 2015 o Brasil é o quarto maior exportador do setor, junto com a Austrália, México, União Europeia, respectivamente primeiro, segundo e terceiro maiores exportadores. Logo após o Brasil, vem o Uruguai, na quinta posição no ranking.

O Brasil tem longa tradição na exportação de animais vivos e comercializa gado em pé há mais de 60 anos, mas recentemente uma polêmica em torno do bem-estar dos animais durante as viagens para fora do país vem movimentando o setor.

Saiba mais em: canalrural.uol.com.br/logistica/exportacao-de-animais-vivos-cresce-80-e-chega-a-750-mil-cabecas/

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