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ANÁLISES
DO MERCADO
AFTOSA -
12/07/2002
Brevemente, a União
Européia só importará carne bovina rastreada. Isso
está provocando alguma preocupação entre os
produtores, pois eles estão prevendo o surgimento de
restrições à aquisição de animais não rastreados
no futuro, mesmo que estes não se destinem à
exportação. Além disso, apesar dos frigoríficos
exigirem o controle total da vida dos rebanhos, até
agora, eles não falam em nenhum pagamento adicional
aos produtores que adotarem o rastreamento de seus
animais. Como se sabe, a adoção de nova tecnologia,
geralmente, vem acompanhada de aumento de custos e a
estimativa é de que ele se situe entre R$ 3,50 e R$
4,00 por cabeça.
As expectativas
quanto ao futuro dos preços da carne não são muito
auspiciosas. Na entressafra, normalmente ocorre alguma
reação nos preços. A notícia recente da abertura
do mercado chileno para a carne bovina gaúcha,
também deve colaborar nesse sentido. Por enquanto,
até que a reação foi significativa, quase 10% em
relação a primeira semana de junho, mês considerado
como o de início da entressafra (ver gráfico). Mas,
essa reação deve ser relativamente acanhada, porque
os mercados externo e interno de carnes, estão
superofertados. O de carne bovina, devido a retomada
das vendas externas da Argentina, do Uruguai e de
países europeus, tradicionais exportadores, que
passada a fase aguda da crise da "vaca
louca" e da aftosa, estão voltando ao mercado.
Mas a disponibilidade maior é a de carne de aves,
seguida da de suínos. Os volumes são expressivos e
há estoques nos Estados Unidos, Europa, Japão e
Brasil. Os importadores estão em condições de impor
exigências e ainda escolher os fornecedores e o
mercado interno, não tem condições de enxugar os
excedentes de produção. Esta crise era prevista e
foi anunciada desde o final do ano passado. O difícil
é prever sua extensão. Isso vai depender bastante
das medidas a serem adotadas pelos avicultores para
reduzir a oferta. Este é o setor mais ágil e com o
ciclo de produção mais curto, capaz por isso mesmo,
de realizar correções de rota em prazos menores. A
queda dos preços associada ao aumento dos custos de
produção, agravados pelo aumento nos preços do
milho, devem contribuir para forçar a busca de
alternativas.
Fonte : Emater
/ RS
Mercado
de Boi Gordo
Os
preços do boi gordo tiveram elevação no período de
26 de junho a 2 de julho. O indicador Esalq/BM&F,
a vista, abriu o período a R$42,40/@ e encerrou a
R$42,70/@. Essa inflexão dos preços, como pode ser
notado no gráfico, justifica-se pelas boas
condições de pastagens em função do clima, o que
possibilitou a retenção pelo pecuarista do boi no
pasto. Outro fato a ser considerado foram as escalas
curtas de alguns pequenos e médios frigoríficos de
São Paulo. Com relação à reposição, o
comportamento do indicador de preço do bezerro Esalq/BM&F,
posto Mato Grosso do Sul, foi de queda e encerrou em
R$335,89/cabeça. No atacado, o mercado segue pouco
demandado, com o traseiro a R$3,05/kg e o dianteiro a
R$1,80/kg. No mercado futuro, os preços seguiram a
tendência do mercado físico e obtiveram crescimento.
No dia 4 de julho, o encerramento dos vencimentos
futuros foi o seguinte: vencimento julho/02,
R$44,43/@; agosto/02, R$45,11/@; setembro/02,
R$46,31/@; e outubro/02, R$47,43/@. Para os
confinadores, o momento é de atentar para os preços
do vencimento outubro/02, a fim de fixar
antecipadamente a rentabilidade de sua operação. Por
isso, a importância de se ter os custos na ponta do
lápis. Com relação ao mercado exportador, a
Argentina conseguiu cumprir em cinco meses a cota de
exportação para a União Européia (UE), exportando
25.500 toneladas no biênio 2001/02 das 28 mil
toneladas que tem direito. Para o próximo biênio
(2002/03), os argentinos conseguiram ampliação da
cota para 38 mil toneladas. Ressalta-se que esse país
ficou 11 meses sem exportar para a UE, devido aos
problemas sanitários.
Fabiana
S. Perobelli
fabianap@bmf.com.br
Fonte
BM&F
11/07/2002
Semana
do dia 04 a 11 de julho
O mercado de boi
gordo começou a semana permaneceu firme, com o
interesse de compra bastante intenso. Contudo, houve
dificuldade para encontrar o produto em virtude da
menor disponibilidade existente no mercado: muitos
pecuaristas estão retendo o boi nesta fase inicial de
entressafra e apostam numa melhor composição de
preços.
Percebeu-se que os
preços começaram a dar os primeiros sinais de
reação embora ainda sejam pequenas as negociações a
preços superiores. Somente os frigoríficos menores
realizaram negócios acima do preço predominante.
Paralelamente, no mercado de carne houve uma maior
intensidade nas vendas e foi confirmada a idéia de
enxugamento da oferta no decorrer da semana. Está
havendo também um maior interesse para o dianteiro,
enquanto que para o traseiro o ritmo se mostrou
moderado. As escalas permaneceram bastante curtas e
girando em torno de três a quatro dias.
No meio da semana, o
mercado de boi gordo fechou com forte expectativa em
relação aos preços da carne no atacado. O pecuarista
esteve retraído e, do ponto de vista do frigorífico,
nos atuais preços da carne não é econômico avançar
em preços no boi. Com isso, o sintoma do atacado foi
de procura e ofertas bastante restritas. O atacado
demonstrou-se enxuto.
O mercado de boi
gordo teve uma comercialização mais ativa no final do
período analisado. Houve uma maior presença dos
compradores paulistas e, conseqüentemente, houve
ampliação dos volumes negociados. Todavia, no mercado
atacadista a dinâmica não atingiu os patamares
esperados e desta forma as cotações mantiveram o
mesmo perfil.
Assim, o retorno do
feriado paulista não apresentou os níveis aguardados
e a referência mais efetiva para o preço da carne
ficou adiada. A oferta de carne mostra-se menor e os
abates não apresentaram muita evolução. Desta forma,
os abates seguiram bastante curtos e as mudanças de
mercado poderão ocorrer na depois, tendo em vista a
boa expectativa de consumo para o próximo final de
semana e também em função da restrição de oferta
no atacado. No entanto, o mercado de boi continuou
mantendo o perfil de alta nas principais praças
produtoras do país.
Percebe-se ainda que
as temperaturas baixas vêm ampliando gradativamente a
oferta disponível - e as previsões meteorológicas
apontam que assim que houver o enfraquecimento da atual
massa polar, uma nova entrará no país, provavelmente
sábado, e manterá o clima frio também na próxima
semana, fato que dificulta a situação dos produtores.
Fonte: CMA
- Mercado Financeiro
28/04/2002

25/01/2002
Argentina volta e
derruba o preço da carne bovina
(Alda do Amaral Rocha - Valor Econômico)
A retomada das negociações para
venda de carne argentina à União Européia está tendo um
impacto que os frigoríficos exportadores brasileiros já
esperavam, mas torciam para que não ocorresse: os preços
de cortes nobres para exportação no mercado europeu
estão sendo pressionados pela volta da Argentina. A queda
nas cotações é de cerca de US$ 250 por tonelada.
A partir de 1º de fevereiro, a
Argentina poderá retomar os embarques para a UE, após um
embargo de 11 meses devido ao surgimento de casos de aftosa
no país. Antes mesmo que a decisão da UE fosse anunciada
- em 15 de janeiro - , o mercado já começou a se mexer.
"Quando surgiram os comentários de que a Argentina
iria voltar, os frigoríficos brasileiros aumentaram as
ofertas para a Europa", afirmou Benedito de Paula,
gerente de exportação do Frigoestrela .
Essa estratégia para tentar garantir
vendas contribuiu para o recuo dos preços, admite Ênio
Marques, diretor-executivo da Associação Brasileira da
Indústria Exportadora de Carne (Abiec). Além disso, os
importadores europeus se retraíram à espera de uma
definição para os preços com a volta da Argentina.
Como resultado, até os cortes
argentinos, tradicionalmente mais caros que os brasileiros,
foram afetados. Conforme o gerente do Frigoestrela, os
argentinos ofertavam o chamado rump loin (corte que reúne
alcatra, contrafilé e filé) a US$ 6.500/tonelada FOB
dentro da quota Hilton (sem impostos) no reinício das
negociações. Agora, já estariam aceitando US$ 5.200.
"Os exportadores argentinos estão competindo entre
si", disse Paula.
Um trader que atua no mercado europeu
disse, porém, que a queda do produto argentino foi de US$
500. "Eles estavam indicando preços inviáveis para
este momento", afirmou.
Já o rump loin brasileiro, ofertado a
US$ 5.500/tonelada (dentro da quota Hilton) antes da volta
da Argentina, caiu US$ 200 a US$ 250,00. "Conseguimos
vender a US$ 5.300", afirmou Paula, do Frigoestrela.
Para o trader baseado em Londres, a
pressão pela volta da Argentina é temporária. Élio
Micheloni, da Hencorp Commcor , concorda. Segundo ele,
além do impacto da volta da Argentina, o mercado sabe que
o país tem um grande volume dentro da cota Hilton a ser
cumprido.
A cota, válida entre julho de 2001 e
junho de 2002, tem 28 mil toneladas. Como os argentinos
não puderam exportar em 2001, é certo que não terão
como cumpri-la. O mercado estima que o país conseguirá
vender entre 12 mil e 15 mil toneladas.
A própria situação econômica
argentina deve atenuar a concorrência para o Brasil,
avalia Marques, da Abiec. Segundo ele, a crise no país
desestabilizou o setor frigorífico por isso deve levar
algum tempo para as exportações sejam totalmente
restabelecidas.
E, de acordo com Marques, o Brasil está
disposto a "ajudar" a Argentina a cumprir a cota
Hilton. A Abiec vai sugerir ao governo brasileiro que
consulte o país sobre a possibilidade de o Brasil, cujo
volume na cota Hilton é de apenas 5 mil toneladas,
fornecer carne aos argentinos para que cumpram as 28 mil
toneladas.
Os exportadores apostam que o Brasil
irá manter parte do espaço conquistado na Europa em 2001,
quando Argentina e Uruguai estavam fora do mercado.
Fonte : CNA
21/09/2001
04/09/2001
Produção mundial
estimulada pela demanda nos Estados Unidos e Europa
A produção mundial de carnes deve
atingir em 2001 168,8 milhões de toneladas, um crescimento
de quase 4,0% em relação ao ano passado. Este crescimento
se deve, em grande parte, à forte expansão da produção
mundial de carne suína, estimulada pelo crescimento das
exportações e da demanda nos Estados Unidos e na Europa.
A produção de frangos também terá um peso significativo
no aumento da oferta mundial de carnes. O principal
destaque é a expectativa de redução na produção de
carne bovina, por conta da menor demanda, pois, com o
advento da doença da "vaca louca", sobretudo os
consumidores europeus deslocaram-se para o consumo de
frangos e suínos.
PRODUÇÃO MUNDIAL DE CARNES -
2000-2001(*)
(milhões de t)
|
PRODUTO
|
BOVINA
|
FRANGO
|
SUÍNA
|
TOTAL
|
|
Produção
|
|
2000
|
49,18
|
41,50
|
78,14
|
168,82
|
|
2001
|
48,55
|
42,66
|
84,31
|
175,52
|
|
Var. %
|
-1,29
|
2,79
|
7,91
|
3,97
|
|
Exportação
|
|
2000
|
5,79
|
5,60
|
2,89
|
14,28
|
|
2001
|
5,72
|
5,92
|
3,11
|
14,756
|
|
Var. %
|
-1,12
|
5,71
|
7,54
|
3,31
|
|
Consumo
|
|
2000
|
47,55
|
40,45
|
77,51
|
165,51
|
|
2001
|
46,75
|
41,64
|
83,93
|
172,32
|
|
Var. %
|
-1,66
|
2,93
|
8,28
|
4,12
|
FONTE: Usda.
(*) - Estimativa.
A produção de carne bovina deve
atingir, em 2001, o volume de 48,55 milhões de toneladas,
1,29% a menos do que em 2000. Os baixos preços recebidos
pelos produtores americanos, as sucessivas crises de
credibilidade do produto na Europa, a diminuição dos
incentivos às exportações da União Européia e o
deslocamento dos consumidores americanos e europeus para as
carnes de frango e de suíno são as principais variáveis
deste panorama. Esta queda somente não é maior devido à
continuidade da expansão da produção no Brasil, na China
e na Nova Zelândia.
O consumo mundial para 2001 está sendo estimado em 46,75
milhões de toneladas, indicando uma queda ao redor de 1,7%
em relação a 2000. O maior recuo se dará na União
Européia. A demanda cairá também nos Estados Unidos e no
Canadá.
Na União Européia, nos anos recentes, houve uma queda
bastante acentuada no consumo. O uso indiscriminado de
hormônios, antibióticos e outros medicamentos que deixam
resíduos na carne e o advento da doença da vaca louca
são os principais fatores que contribuíram para a
diminuição do consumo de carne bovina.
A redução do consumo na Europa Central e nos países da
antiga União Soviética deve-se basicamente à queda da
renda e à supressão dos subsídios à produção. Não se
espera para breve mudança consistente no padrão de
consumo desses países.
Na China, graças ao apoio governamental, produção e
consumo deverão continuar em expansão. O aumento da renda
e a difusão da prática de refeições feitas fora do
domicílio estão facilitando a ampliação da base de
consumo do país. O mesmo se pode dizer do Japão e da
Coréia do Sul. No primeiro caso, pela maior abertura
comercial e, no segundo, pelo aumento na renda registrado
nos últimos anos.
O comércio mundial de carne bovina tem sido afetado, nos
anos recentes, por muitos fatores. Dentre os mais
importantes, destacam-se o colapso nos mercados da Rússia
e da Europa Central, o crescimento das exigências dos
consumidores americanos, europeus e japoneses e o
surgimento da vaca louca e da febre aftosa na Europa. Em
razão disso, o volume previsto para ser comercializado em
2001 deverá se manter praticamente estável em 5,7
milhões de toneladas, podendo apresentar um moderado
recuo. Grandes alterações ocorrerão por conta das quedas
nas exportações da União Européia, da Argentina e do
Uruguai. Em contrapartida, haverá expansão das
exportações brasileiras, da Índia e da Nova Zelândia.
A produção mundial de frangos, em 2001, deverá situar-se
em 42,7 milhões de toneladas, um crescimento de
aproximadamente 2,8%. Esta expansão deve-se ao forte
crescimento da produção no México, no Brasil e na
Tailândia. Nos Estados Unidos e na União Européia, o
crescimento será inferior a 2%.
O consumo mundial de frangos, que vinha crescendo próximo
à expansão da produção, nos anos recentes tem
apresentado tendência a aumentar mais rapidamente do que a
produção. A substituição das carnes vermelhas pelas
brancas, seja pela maior preocupação dos consumidores com
a saúde, seja pelos preços mais competitivos, tem sido
considerada a principal causa do aumento da demanda
mundial.
Neste contexto também se ampliam as exportações de
frangos. Por força do aumento do consumo interno, a União
Européia reduz suas vendas externas, abrindo espaço para
a rápida evolução das vendas nos Estados Unidos e no
Brasil. Estima-se que as transações internacionais, em
2001, cresçam ao redor de 6,0% (6,0 milhões de
toneladas), quase 1,0 milhão de toneladas a mais do que em
1999.
A produção mundial de carne suína também deve aumentar
em 2001. Atualmente, é estimada em 84,3 milhões de
toneladas, 6,17 milhões de toneladas a mais do que em
2000. Aumentará nos Estados Unidos e Canadá, devido à
recuperação dos preços e ao baixo custo de
alimentação. Na União Européia, estima-se que será um
pouco menor, devido aos baixos preços e às pressões
ambientais dos consumidores.
Em 2001, o consumo de carne suína deverá ser levemente
superior à oferta. Estima-se que se aproxime dos 85,0
milhões de toneladas, puxando para cima os preços do
produto. Os maiores incrementos no consumo se darão no
México, na China e na Coréia, mas também serão
significativos nos Estados Unidos e no Japão.
As exportações de carne suína devem crescer bastante em
2001. As estimativas indicam um volume aproximado de 3,1
milhões de toneladas, 220 mil toneladas a mais do que em
2000. Neste volume não está considerada a
comercialização dentro da União Européia (UE). Grande
parte deste volume será comercializada pelos Estados
Unidos e Canadá. Nos últimos três anos, o Canadá
praticamente dobrou suas exportações, tornando-se o
primeiro exportador mundial de carne suína. A UE, como
bloco econômico, é o principal exportador, mas, devido ao
aumento interno do consumo, suas vendas externas devem se
contrair.
Fonte: Instituto Cepa
19/04/2001
MÉDIA DOS PREÇOS, POR MÊS,
RECEBIDOS PELOS PRODUTORES RURAIS DO RS, NO
PERÍODO DE 1996 A 2000.
|
MÊS
|
PREÇO
R$ média quinqüenal para cada mês
|
ÍNDICE
DE SAZONALIDADE
|
|
JANEIRO
|
1,14
|
97
|
|
FEVEREIRO
|
1,16
|
98
|
|
MARÇO
|
1,16
|
98
|
|
ABRIL
|
1,12
|
95
|
|
MAIO
|
1,10
|
93
|
|
JUNHO
|
1,12
|
95
|
|
JULHO
|
1,23
|
104
|
|
AGOSTO
|
1,28
|
108
|
|
SETEMBRO
|
1,23
|
105
|
|
OUTUBRO
|
1,21
|
102
|
|
NOVEMBRO
|
1,20
|
102
|
|
DEZEMBRO
|
1,22
|
103
|
|
MÉDIA
DAS MÉDIAS
|
1,18
|
100
|
Fonte: Preços Recebidos pelos Produtores Rurais do RS
(pesquisa mensal) - EMATER/RS.
Observações:
1 - Média dos preços corrigidos do quinqüênio
1996-2000 para cada um dos meses (correção pelo
IGP para o mês corrente);
2 - A média das médias de cada mês é
considerada como o índice 100.
Fonte : Emater
/ RS
09/02/2001
| OS
PRINCIPAIS MERCADOS |
|
As
exportações brasileiras de carne bovina
industrializada:
|
|
País
|
1999
|
2000
|
|
.
|
US$
mil
|
toneladas
|
US$
mil
|
toneladas
|
|
Reino
Unido
|
107.770
|
50.384
|
91.434
|
48.358
|
|
Estados
Unidos
|
110.335
|
47.108
|
80.391
|
37.407
|
|
Itália
|
12.906
|
3.473
|
9.293
|
2.707
|
|
Alemanha
|
12.676
|
4.265
|
9.007
|
3.702
|
|
França
|
11.312
|
3.825
|
8.683
|
3.524
|
|
Porto
Rico
|
8.328
|
4.171
|
6.563
|
3.800
|
|
Países
Baixos
|
8.012
|
3.174
|
6.031
|
2.958
|
|
Canadá
|
6.052
|
2.957
|
5.330
|
2.920
|
|
Jamaica
|
9.104
|
4.227
|
4.939
|
2.873
|
|
Bélgica
|
2.653
|
789
|
3.563
|
1.246
|
|
As
vendas de carne bovina in natura:
|
|
País
|
1999
|
2000
|
|
.
|
US$
mil
|
toneladas
|
US$
mil
|
toneladas
|
|
Resfriada
com osso
|
10
|
6
|
12
|
10
|
|
Angola
|
10
|
6
|
12
|
10
|
|
Resfriada
sem osso
|
117.422
|
31.083
|
170.141
|
48.814
|
|
Países
Baixos
|
31.855
|
6.049
|
39.703
|
7.420
|
|
Chile
|
19.729
|
10.077
|
35.626
|
18.536
|
|
Reino
Unido
|
17.688
|
3.637
|
21.125
|
4.454
|
|
Alemanha
|
11.549
|
2.598
|
17.767
|
4.466
|
|
Espanha
|
9.242
|
1.937
|
14.359
|
3.260
|
|
Congelada
com osso
|
258
|
180
|
379
|
244
|
|
Angola
|
43
|
13
|
264
|
114
|
|
Hong Kong
|
27
|
19
|
84
|
90
|
|
Antilhas
Holandesas
|
53
|
60
|
18
|
24
|
|
Aruba
|
1
|
2
|
5
|
7
|
|
Países
Baixos
|
48
|
26
|
4
|
8
|
|
Congelada
sem osso
|
326.145
|
119.471
|
332.763
|
139.588
|
|
Países
Baixos
|
85.400
|
23.320
|
58.672
|
18.239
|
|
Itália
|
56.780
|
19.079
|
54.792
|
19.616
|
|
Espanha
|
40.801
|
11.059
|
39.736
|
11.962
|
|
Reino
Unido
|
18.502
|
8.984
|
28.190
|
14.157
|
|
Hong Kong
|
26.496
|
12.643
|
22.897
|
11.114
|
|
Fonte:
FNP/Secex/Decex
|
Fonte : Zero
Hora / RS
|
|
|