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! Desde da década de 20, se cria a raça Normanda
na Estância São Pedro !
Devido
a sua dupla aptidão, foi a raça escolhida para
alimentar os potrilhos ingleses
e árabes do antigo Haras São Pedro e ao mesmo tempo para
produção de carne.
A
raça Normanda é de grande porte, apesar de sua notável
produção de carne, a partir de 1990, a
ASP passou a utilizá-la para produção de leite de alto
teor de gordura, com ótimas condições para produção de
queijos finos.
Sua
capacidade leiteira é em média de mais 4.500 kg, de leite por
lactação, com 4% de teor de
gordura. A média de produção de leite da raça Normanda na
França em 1990 foi de 6.033 kg, com
4,18% de matéria graxa e 3,5% de matéria protéica em 307
dias,
conforme cita a Federação Nacional de Org anismos de Controle Leiteiro-FNOCL.É comum encontrar explorações com mais de
7.000 kg médio e as vacas que superam os 9.000 kg chegando
inclusive aos 10.000 ou 12.000 kg se encontram com grande
freqüência.
A
riqueza de seu leite em proteínas transformáveis em queijo é
uma garantia da raça Normanda em superioridade sobre a maioria
das outras raças leiteiras. Alem disso a raça apresenta uma
originalidade genética a respeito das características
tecnológicas do leite que são: o equilíbrio fosfocalcitíco,
o menor diâmetro das partículas de caseínas, a freqüência
das variantes favoráveis das caseínas, que lhe conferem
qualidades particulares para a elaboração da "qualhada" permitindo
rendimento s em queijo de 15 a 20% superiores, segundo o tipo de
fabricação empregado.
A
raça apresenta como característica especial a capacidade de
ser criada em condições extensivas de manejo, mas também se
sobressai em musculosidade, % de gordura, % de proteína no
leite, facilidade de manejo, ganho diário, facilidade de parto,
intervalo entre partos, precocidade sexual, se
comparado com a raça Holandesa.
A
ASP tem baseado sua seleção no desenvolvimento da capacidade
leiteira das matrizes, em campo nativo. Através da utilização de
sêmen importado da França e cruzamentos de touros de linhagem
ASP, vem obtendo excepcionais índices de produção de leite.

Nos
útimos 10 anos, com os animais submetidos a
mesma dieta de 4 kg de concentrado e campo nativo
de verão e pastagem de inverno, com somente uma
ordenha por dia, passou de 4,5 litros de leite
dia para uma média de 10 litros/dia.
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